domingo, 8 de dezembro de 2013

09 11 2013



Bateu forte a vontade de ir até ela...a meteorologia não estava muito agradável mas decidimos que sim...vamos até ela.

Na viagem encontramos por vezes nevoeiro mas nada de chuva...paragem no Montalegrense II onde encontramos o Fran Ribeiro.

De Braga até á Cascata do Arado deu-nos a impressão de melhora do tempo até porque fomos brindados pelo Sol...mas para Norte de Salamonde o céu estava com um cinzento carregado quase negro.

Devidamente equipados iniciamos a caminhada que teria um destino, destino esse, ainda e desta vez não atingido. Não é nossa preocupação atingir os objetivos que desenhamos a qualquer custo, não, o principal é disfrutar da montanha aprecia-la e saber respeitar...

Chegados á cabana Pinhõ para paragem técnica uma orvalhada brindou-nos mas não desistimos do que tínhamos em mente, Rocalva!

Continuada a subida e quanto mais subíamos o nevoeiro teimou em não ir embora...eu já um pouco receoso com a sua companhia continuamos a progressão ou tentativa de...devo dizer que não usávamos GPS ou  cartas...e deixei de ter pontos de referencia visual.

Avistamos num vale um pequeno prado com uma cabana para nós nunca vista e desconhecida...por esta altura a chuva já era muita e o terreno muito ensopado. Conseguimos descobrir o nome deste local recorrendo a uma Senhora da montanha e com “Alma de Montanhista” ALMA DE MONTANHISTA  ...Obrigado pela ajuda.

Nesta cabana dos Bicos Altos decidimos mudar alguma roupa comer e beber algo e mais uma vez abortar a decisão inicial...desistir...chovia muito o nevoeira por vezes fechava ...vamos para baixo...a montanha está lá para uma próxima.

Voltamos a Pinhõ para fazermos o nosso almoço...por lá encontra-mos o Xavier Lopes e a sua cadela Xara...

Na chegada a Tribela foi a loucura...já quase noite tanto nos divertimos no que batizamos de floresta mágica...haviam duendes e até um yete...

Estivemos lá...e foi tão bom...










































Vilar de Perdizes



Com “Vamos Ali” fomos a Vilar de Perdizes.

Chegados a Vilar de Perdizes começamos par passear  na aldeia para com calma, registar instantes e conhece-la...cedo era, e havia que aproveitar o tempo já que a previsão de cumprimento de horários era um pouco remota.

Estávamos perto de um café quando chegou uma pick-up, saiu de dentro um casal que deu os bons dias e perguntou se estávamos ali para  a caminhada, tendo sido a resposta afirmativa, com toda a simpatia informou que a caravana estava a sair de Montalegre naquele momento.  Minutos mais tarde fiquei a saber que era o Sr. Domingos e a Srª Sua esposa D. Mimi.

Finalmente chegaram, tendo estacionado ao meu lado a viatura conduzida pelo mentor deste evento, Daniel Cruz,  “GalgaMontanhas”.   

Cumprimentos naturais, iniciado o roteiro. Capela da Senhora das Neves inicialmente no seu exterior explicações do Sr. Domingos e depois juntando-se ao grupo o Padre Fontes, após ter cumprido  as suas funções numas exéquias fúnebres. Sorvemos com imensa atenção cada sílaba das suas palavras, da sua partilha, da entrega do seu tanto saber...

Seguimos para o Paço ou Solar do Morgado onde se ficou a saber pelo nosso anfitrião Padre Fontes da existência da botica [farmácia de então], a pousada ou hospital que outrora dava apoio aos Peregrinos que rumavam para Santiago de Compostela.

Andados mais alguns metros chegamos ao Forno do Povo e mais uma lição de história com muito pormenor do Padre Fontes.

O tempo passava no seu tempo embora esse tempo neste dia passasse  a dobrar.

E por questões de tempo iniciamos a Rota dos Contrabandistas. Neste percurso de tudo houve, história, histórias, botânica...

Primeira paragem para reagrupar e dissertar sobre Arte Rupestre no Penedo do Caparinho sendo o professor, sempre, Padre Fontes.

Outra etapa até um Lagar escavado na rocha, seguindo-se o Rio Assureira no sítio das Olas onde a água desaparece voltando a aparecer mais á frente.

Mais alguns minutos de caminhada chegamos ao Terreiro de Santa Marinha para aí termos o almoço e convívio.

Regresso com o grupo mais espaçado de tal forma que eu e Margarida quando demos por nós entramos em Vilar de Perdizes sozinhos e chegados ao local das viaturas só estas lá estavam...as fotos e mais alguns comentários!




 
Sr. Domingos
                                                                         Agrupar





                        Pinturas do terceiro quartel do século XVI que estiveram escondidas atrás de retábulos alguns                               séculos







...no forno...


































                                                 ...caminhada?  Só se vê comida...






                                              Bolo? Teve bolo...aniversário....

                                                                            https://lh4.googleusercontent.com/WraGMR_yNyU2qyunpohCdws3H78tiGtifH6-oNYEm9s=s75-p


                                                      Espumante....caseiro....turiga nacional...mono casta...

                                                 A virtude está no meio...será?.....